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E aí mutchatchos e mutchatchas
 Hoje eu estava navegando pela net procurando algo para crescer em ralação ao conhecimento e achei esse estudo sobre os samaritanos. Eu gostei do que li e estou colocando para vocês estudarem também.  Espero que gostem.

117.19 - SAMARITANISMO
Os Samaritanos são um pequeno grupo étnico-religioso aparentado aos judeus que habita nas cidades de Holon e Nablus situadas em Israel e na Cisjordânia respectivamente. Designam-se a si próprios como Shamerim o que significa "os observantes" (da Lei); desde há alguns anos os Samaritanos tem vindo igualmente a usar o termo "israelita-samaritanos". Em hebraico moderno, os Samaritanos são designados de שומרונים , os de Shomron, ou seja, os da Samaria.
A religião dos Samaritanos baseia-se no Pentateuco, tal como o judaísmo. Contudo, ao contrário deste, o samaritanismo rejeita a importância religiosa de Jerusalém. Os samaritanos não possuem rabinos e não aceitam o Talmud dos judeus ortodoxos.
Os samaritanos não se consideram judeus, mas descendentes dos antigos habitantes do antigo reino de Israel (ou reino da Samaria). Os judeus ortodoxos consideram-nos por sua vez descendentes de populações estrangeiras, que adoptaram uma versão adulterada da religião hebraica; como tal, recusam-se a reconhecê-los como judeus ou até mesmo como descendentes dos antigos israelitas. O Estado de Israel reconhece-os como judeus.
Hoje há cerca de 700 samaritanos. Seu idioma de uso comum é o hebraico moderno e o árabe palestino, enquanto para atos litúrgicos utilizam o hebraico samaritano.
Origem dos Samaritanos
Por volta de 1000 a.C., os Israelitas viviam nas terras altas situadas a oeste do rio Jordão, assim como numa área situada um pouco a leste deste rio, no actual território da Jordânia. Segundo a Bíblia, os Israelitas dividiam-se em doze tribos, que alimentavam rivalidades mais ou menos intensas umas com as outras.
Ainda de acordo com a Bíblia, estas tribos teriam sido unificadas em cerca de 1000 a.C pelo rei Saul, que foi sucedido por David; este foi por sua vez sucedido pelo seu filho Salomão[1].
Depois da morte de Salomão, em cerca de 930 a.C., dez tribos do norte separaram-se e formaram o reino de Israel, também conhecido como reino da Samaria, devido ao nome da cidade que se tornou a sua capital no século IX a.C. Este reino tornou-se vizinho e por vezes rival do reino do Sul, o reino de Judá.




Os dois reinos
O reino de Israel e o reino de Judá definiram-se um com relação ao outro. Embora fizessem parte da mesma comunidade, encontravam-se em disputa no domínio territorial, político e religioso.
Num contexto em que a religião e a política não estão separadas, o controle da religião é um aspecto importante do poder. Assim, cada reino fixou os seus próprios lugares de culto. O do reino de Iehudá foi instalado em Jerusalém, enquanto que os do reino de Israel situavam-se em diversos pontos, encontrando-se os mais importantes nas extremidades norte e sul do reino, em Betel e em Dan. Nos primeiros séculos esta diversidade de templos não representou um problema e não gerou qualquer tipo de cisma. Saliente-se que antes do ano 1000 a.C. não existiam locais de culto permanentes, como mostra a Bíblia (o profeta Samuel, por exemplo, era sacerdote no santuário de Silo). O fenómeno estava relacionado com a ausência de uma centralização do poder inerente à vida das tribos.
De acordo com a Bíblia, as tribos do reino de Israel tinham uma inclinação para o pecado. Sobre os seus templos lança-se a acusação de estarem abertos aos ritos pagãos e de não serem verdadeiramente israelitas. Não é possível provar a realidade destas acusações, que de qualquer forma demonstram uma hostilidade da malchut Iehudá para com o malchut Israel.
Em 722 a.C. a saber o rei Salmaneser, os Assírios conquistaram o reino de Israel, que transformaram numa província do seu império. O reino de Judá aceitou submeter-se à soberania dos Assírios como estado vassalo, tendo por isso sobrevivido mais algum tempo. Restabeleceu a sua independência durante o reinado de Josias, tendo sido destruído pelos Babilónios e a sua população deportada em 586-587 a.C.


Perspectiva judaica ortodoxa

De acordo com o II Livro de Reis, que se pensa ter sido redigido em meados do século VI a.C. (pelo menos cento e cinquenta anos após os acontecimentos), a população do reino de Israel foi deportada para outras regiões do Império Assírio como castigo pelos seus pecados. De seguida, esta população teria misteriosamente desaparecido (as "Dez Tribos perdidas de Israel").
A Bíblia refere que povos estrangeiros foram transladados para habitar o território das populações deportadas. Estes estrangeiros teriam criado uma religião nova, que misturava elementos hebraicos e pagãos, e encontram-se na origem dos Samaritanos[2].
Perspectiva da História
Os arqueólogos recuperaram uma boa parte dos arquivos do Império Assírio. As crónicas assirias de Sargão II, o rei que venceu o reino de Israel, afirmam:
“Cerquei e ocupei a cidade da Samaria, e levei comigo 27 280 dos seus habitantes como cativos. Tomei-lhes 50 carros, mas deixei-lhes o resto das suas coisas”
Alguns tradutores não estão de acordo quanto ao significado exacto de "cidade de Samaria", considerando que o texto original não esclarece se se trata da cidade ou do Estado da Samaria.
Há no entanto um ponto em comum com o II Livro de Reis, a deportação dos Israelitas. Mas há também uma diferença importante: o número de deportados. Segundo o II Livro de Reis, toda ou quase toda a população foi deportada; segundo Sargão, foi apenas uma minoria. Os arqueólogos estimam que o reino da Samaria teria 200 000 pessoas, de acordo com as cidades e aldeias reencontradas. Sabe-se que ocorreu uma primeira deportação dez anos antes, quando o rei assírio Tiglat-Falasar III conquistou a Galileia. O total das duas deportações atinge cerca de 40 000 pessoas, ou seja apenas 20% do total dos habitantes, essencialmente a elite. Os historiadores acreditam que certos Israelitas do Norte teriam partido também como refugiados para o Reino de Juda.
 A implantação de colonos estrangeiros é indicada várias vezes no resto do texto, mas a propósito de outras conquistas. Esta política de implantação era comum, e por conseguinte foi provavelmente também feita na Samaria, como o indica o II Livro de Reis. Na localidade de Gezer e nos seus arredores encontraram-se textos cuneiformes do século VII a.C. contendo nomes babilónicos. A transladação de populações estrangeiras na Samaria (pelo menos em certas zonas), encontra-se assim atestada. Contudo, a arqueologia revela que este repovoamento está longe de ter sido maciço. As cerâmicas, inscrições, aldeias, etc.... mostram uma continuidade com o período anterior. O Livro de Jeremias afirma que 150 anos após a queda do reino do Norte, os Israelitas do Norte apresentaram oferendas no templo de Jerusalém.


Perspectiva dos Samaritanos
De acordo com o seu livro de Crónicas (Sefer ha-Yamim), os Samaritanos consideram-se como descendentes das tribos de Efraim e de Manassés (duas tribos procedentes da Tribo de José) que viviam no reino de Israel antes da sua destruição em 722 a.C.. Esta visão está bastante próxima dos estudos da maior parte dos historiadores.
Os Samaritanos afirmam ainda que foram os Judeus a se separar deles quando da transferência da Arca da Aliança no século XI a.C.. De acordo com a segunda das suas sete crónicas, foi o profeta Elias a causar o cisma quando estabeleceu em Siló um santuário que visava substituir o santuário do Monte Gerizim.
Datação da ruptura
Ciro II e os hebreus. Iluminura de Jean Fouquet, c. de 1470-75
Em 586 a.C., o reino de Judá cai perante o inimigo, e uma parte da sua população é deportada para a Babilônia. Após a libertação dos exilados por Ciro II em 537 a.C., estes decidem reconstruir o templo de Jerusalém. O Samaritanos oferecem então a sua ajuda, mas esta é rejeitada, tal como descreve o Livro de Esdras.
Se se tiver como referência o Livro de Esdras, a ruptura religiosa entre Judeus e Samaritanos teria ocorrido depois de 500 a.C. Porém, dado que há incertezas quanto à data de redacção dos textos, conteúdo e aplicação do mesmos, subsistem dúvidas. Alguns estudiosos consideram que a ruptura ocorreu após o retorno de Neemias em 445 a.C.; o começo da história samaritana propriamente dita situar-se-ia no começo da época helenística, com a construção de um templo rival ao de Jerusalém, no Monte Gerizim, em Siquém (actual Nablus).


História dos Samaritanos após a separação

Os Samaritanos mantiveram uma população relativamente numerosa no norte da Palestina: estima-se o seu número em várias centenas de milhares até ao século VI; alguns autores apontam um valor de 1,2 milhões nos séculos IV e V. No entanto, nunca foram um povo independente, tendo passado pelo controle dos impérios que sucederam ao império assírio.
Relações com o reino selêucida
O reino selêucida foi um reino de cultura helenística governado por uma dinastia de origem macedónia, que resultou da divisão do império de Alexandre, o Grande. Embora de início tivesse uma extensão territorial considerável, em pouco tempo restringiu-se à região da Síria-Palestina. O reino afirmou fortemente a cultura grega, o que num primeiro momento não representou um problema para os judeus e samaritanos que viviam na Palestina. A situação alterou-se durante o reinado de Antíoco VI Epifânio (175-163 a.C.), que lança uma campanha de helenização forçada das populações do seu reino. A decisão de em 168 a.C. consagrar o Templo de Jerusalém a Zeus obteve a aprovação de alguns judeus, gerando a revolta de outros, liderados pelos Macabeus.
Segundo o Livro dos Macabeus, tropas samaritanas teriam se unido em 166 a.C. ao exército selêucida para combater os judeus durante a revolta dos Macabeus. No domínio da religião, os Samaritanos teriam também aceitado transformar o templo do Monte Gerizim num templo helenístico.
No entanto, esta aliança política com os Selêucidas não deixou rastro nos samaritanos quando o domínio selêucida terminou. É portanto possível que tenha sido uma aliança política sem conteúdo religioso, embora esta aceitação reforce a acusação de paganismo que já se encontrava presente no Livro dos Reis.


Relações com os judeus da Antiguidade
As relações com os judeus foram em geral negativas durante toda a Antiguidade. Existia entre eles um odio recíproco. Depois do sucesso da revolta judaica contra os selêucidas, o novo reino dos Hasmoneus, governado por João Hircano I conquista Siquém e destrói o templo do Monte Gerizim (108 a.C.).
Os samaritanos tornam-se súditos de um Estado que não os considera como judeus. Contudo, Flávio Josefo refere que até à época do procurador romano de Coponius (6-8 d.C.), o Templo de Jerusalém encontrava-se aberto aos samaritanos.
Depois da conquista romana de 63 a.C. a Samaria conheceu várias reorganizações administrativas. Em 30 a.C. Augusto acrescenta-a ao reino de Herodes, o Grande. Em seguida, a província da Samaria e as cidades da costa são enquadradas na província romana da Síria (ou da Fenícia, conforme as épocas), escapando ao poder judeu. O Império Romano era tolerante para com as religiões dos povos conquistados.


Relações com o Império Romano
A chegada do Império Romano à região em 63 a.C. permitiu ao Samaritanos libetarem-se progressivamente dos judeus. Mas as relações com este império foram por vezes conflituosas[carece de fontes?].
Durante o levante judaico de 67-73, o imperador Vespasiano temeu assistir a uma aliança dos samaritanos com os judeus. Segundo Flávio Josefo, Vespasiano teria enviado tropas contra os samaritanos, que foram cercados; apesar de terem ficado sem água e de lhes ter sido oferecida a rendição, os samaritanos resistiram e foram executados.
No reinado de Adriano (de 117 a 138), os judeus e os samaritanos foram castigados com a proibição de celebrarem o shabat e as festas, bem como de praticarem a circuncisão e os banhos rituais. As crônicas samaritanas atribuem a Adriano a destruição de todos os seus livros sagrados, com excepção do Pentateuco e da genealogia dos sacerdotes.
Relações com o Império Bizantino
O Império Romano dividiu-se definitivamente em 395 da era comum. A partir desta data, haveria um Império Romano do Ocidente, que desaparece em 476, e um Império Romano do Oriente ou Império Bizantino (designação derivada do nome da sua capital, Bizâncio, mais tarde conhecida por Constantinopla e depois como Istambul). O Império Bizantino tentaria converter pela força certas minorias (cristãs ou não) à sua forma de cristianismo.
Assim, o imperador Zenão I lança-se de ataque aos judeus e aos samaritanos. Durante o seu reinado o templo dos samaritanos foi destruído pela segunda vez e desta feita de forma definitiva, não tendo sido reconstruído.
Sob a condução de um líder carismático e messiânico, chamado Julianus ben Sabar (ou ben Sahir), os Samaritanos revoltaram-se em 529. Com a ajuda dos ghassanidas (árabes cristãos), o imperador Justiniano esmaga a revolta. Dezenas de milhares de Samaritanos foram mortos ou vendidas como escravos. Outros converteram-se, sem dúvida como maneira de escapar à repressão. De uma população de pelo menos centenas de milhares de pessoas, passa-se rapidamente a uma pequena população. O Império Bizantino foi o responsável pela transformação dos samaritanos de um povo que ocupava uma região onde se desenvolveu a uma minoria submetida[carece de fontes?].
Um último levantamento sem sucesso teve lugar em 594, tendo contribuído ainda mais para a queda demográfica da população samaritana.


Relações com o islão

Boas de início, as relações entre o Samaritanos e os poderes islâmicos não foram contudo sempre perfeitas. Algumas fontes referem-se à destruição de lugares de culto judaicos e samaritanos no século IX. Os Mamelucos teriam destruído lugares de culto samaritanos no século XIV. As relações com os Otomanos foram bastante más, excepto no período final do império. Durante esta era, muitas famílias samaritanas mudaram de religião; várias famílias prestigiadas de Nablus, como as famílias Shakhsheer, Yaish e Maslamany, que eram samaritanas, aderiram ao islão nesta época. Em 1596, o sumo sacerdote Pinhas VII foi obrigado a se exilar em Damasco, onde se contavam apenas 132 samaritanos.
Em 1841 os ulemas de Nablus acusaram os Samaritanos de serem pagãos, o que desencorajava certos muçulmanos a incluí-los na sociedade islâmica. Esta crise foi resolvida graças à intervenção do Grão-Rabino da Palestina que emitiu um documento no qual atestava que os Samaritanos eram um ramo dos filhos de Israel.
No fim século XIX, o Samaritanos obtiveram o reconhecimento jurídico das autoridades otomanas através do sistema Millet.
No século XX, os viajantes descrevem a pequena população samaritana como miserável, composta por comerciantes e alfaiates.
Observação importante: O Alcorão relata que os Samaritanos ja existiam na epoca do Exodo. Ver em Sura 20:85-99.


Época moderna,

Na segunda metade século XIX, os samaritanos não ultrapassavam 120 pessoas, passando para 146 em 1917. O seu futuro mostra-se assombrado pela consanguinidade, pela pobreza e pelas conversões. Os observadores da época prediziam frequentemente o seu desaparecimento próximo.
Depois da instalação do Mandato Britânico na Palestina (1922), as relações dos samaritanos com os sionistas foram cordiais. Os sionistas, judeus seculares, interessam-se pouco pelas disputas religiosas e reconhecem sem dificuldades os samaritanos como judeus[carece de fontes?].
Hoje a população samaritana é estimada em cerca de 670 pessoas (2005), que vivem no monte Gerizim e em Holon, comunidade essa criada pelo segundo presidente de Israel, Yitzhak Ben-Zvi, em 1954 .
Devido a sua resistência a aceitar convertidos, a comunidade samaritana tem sido reduzida grandemente, além de enfrentar enfermidades genéticas. Apenas em tempos recentes foi aceito que homens da comunidade se casem com mulheres judias não-samaritanas.


A religião dos Samaritanos
À semelhança do judaísmo, os Samaritanos conheceram disputas religiosas, que são mal conhecidas. Hoje em dia existe na religião samaritana apenas uma corrente religiosa.
Textos sagrados
Os Samaritanos aceitam apenas a autoridade do Pentateuco. Rejeitam os outros livros da Bíblia judaica, assim como a tradição oral (Talmud). O Pentateuco dos Samaritanos é escrito em hebraico samaritano com recurso ao alfabeto samaritano, uma variante do antigo alfabeto paleo-hebraico abandonado pelos judeus.
Para além da questão linguística, existem diferenças entre as duas versões do Pentateuco. A mais importante está relacionada com a atribuição ao Monte Gerizim do estatuto de local mais sagrado em vez de Jerusalém. Os Dez Mandamentos da Torá samaritana integram como décimo mandamento o respeito do Monte Gerazim como centro do culto. As duas versões dos Dez Mandamentos existentes na Bíblia (no Livro do Êxodo e Deuteronômio), encontram-se entre os Samaritanos uniformizadas.
Para os Samaritanos, aquilo que os judeus chamam de primeiro mandamento ("Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão") é apenas uma apresentação que Deus faz de si próprio; assim, o primeiro mandamento dos Samaritanos é o segundo mandamento dos Judeus ("Não terás outros deuses diante de mim"). Segundo os Samaritanos os judeus fizeram da apresentação de Deus o primeiro mandamento depois de terem retirado como décimo mandamento o dever de considerar o Monte Gerizim como local de culto.
As crianças são iniciadas no estudo da Torá quando tem quatro ou cinco anos. Quando a criança leu a Torá por completo tem lugar uma cerimónia especial; atingir este objectivo pode variar segundo a criança, pelo que a cerimónia pode ocorrer entre os seis e os dez anos.
Doutrinas
O "credo" samaritano baseia-se nos cinco seguintes pontos:
1. Unidade e unicidade de Deus.
2. O único profeta é Moisés.
3. O Pentateuco é o único livro inspirado
4. O monte Gerizim é o único lugar escolhido por Deus para situar um santuário, sede da sua santidade (segundo Dt 11:29 e 27:4, sendo que nesta última os Samaritanos lêem Gerizim em vez de Ebal).
5. A ressurreição dos mortos ocorrerá antes do Juízo Final.

Os Samaritanos aguardam o aparecimento do Messias, o Taheb, que será semelhante a Moisés. Ele viverá cento e dez ou cento e vinte anos e fundará um reino que durará vários séculos.

Festas religiosas
O calendário samaritano baseia-se no calendário judaico, tendo sofrido alterações durante os períodos bizantino e árabe. Pode recorrer a duas eras, contando os anos desde a criação do mundo ou desde o ano em que os Israelitas entraram na Terra Prometida. Os meses são designados recorrendo-se a nomes ordinais ("primeiro", "segundo", etc...), embora também se possam os nomes judaicos e árabes.
Os cálculos do calendário e dos dias das festas são feitos pelos sacerdotes. Duas vezes por ano o sumo sacerdote samaritano distribui o calendário para o período de seis meses que se segue. Nestas duas ocasiões cada homem samaritano paga ao sumo sacerdote uma quantia de dinheiro (em alusão ao meio siclo de Êxodo 30:11-16)
Os Samaritanos celebram sete festas religiosas: Pessach (Páscoa), Massot (a Festa dos Pães Ázimos), Shavuot, a Festa do Sétimo Mês, Iom Kippur, Sucot e Shemini Aseret (festa do último dia de Sucot). Três destas festas implicam a realização de uma peregrinação ao Monte Gerizim.
A principal festa religiosa dos Samaritanos é a Páscoa. Ao contrário dos judeus, os Samaritanos conservaram a tradição do sacrifício do cordeiro pascal, seguindo as regras que se encontram consignada no capítulo 12 do Livro do Êxodo.
O sacrifício é realizado no Monte Gerizim, embora no passado tenha sido celebrado nas povoações samaritanas. Durante o sacrifício o sumo sacerdote lê as passagens do Êxodo associadas ao dever religioso. O abate dos animais ocorre no preciso momento em que o sumo sacerdote lê o texto do Êxodo 12:6.

Outras práticas
Para além destas crenças e festas, os Samaritanos procuram seguir estas práticas:
1. Viver perto do Monte Gerizim (o que é posto em causa com a instalação de uma parte da comunidade em Israel).
2. Participação obrigatória de toda a comunidade no sacrifício da Páscoa.
3. Observância do Shabat.
4. Respeito pelas regras de pureza descritas na Torá. Neste sentido, os Samaritanos ainda seguem as regras do Levítico abandonadas pelos judeus, como a obrigação da mulher se isolar da comunidade durante o período da menstruação ou depois de ter dado à luz.
Os Samaritanos utilizam mezuzot mais grossas que as mezuzot judaicas, mas recusam o uso dos tefilin.
A menorá é considerada pelos Samaritanos como o seu símbolo nacional. A estrela de David, pelo contrário, não é por eles usada, já que se trata de um símbolo especificamente judeu que não é mencionado na Bíblia.
A circuncisão das crianças do sexo masculino é feita no oitavo dia.
A visão cristã sobre os samaritanos
O surgimento do Cristianismo se deu em uma época de conflito entre judeus e samaritanos, e o ministério apostólico os englobou em sua obra missionária (por exemplo João 4:5-42 e Atos 8:4-19). Jesus, por exemplo, usou esta diferença religiosa para enfatizar o amor ao próximo na história do "Bom samaritano" (Lucas 10:25-37).

Os Samaritanos hoje
Um estudo de 2003 produzido pela comunidade samaritana estima o seu número em 654 pessoas, das quais 346 (179 homens e 167 mulheres) vivem em Holon em Israel e 308 (165 homens e 143 mulheres) em Nablus na Cisjordânia. A natalidade é média, implicando um crescimento demográfico lento: 2,2 à 2,3 filhos por família. Este crescimento moderado deve-se em parte ao facto dos Samaritanos se casarem numa idade avançada, quando comparada com outros grupos; a idade média do casamento corresponde aos 31, 3 para os homens 24,6 para as mulheres. Refira-se que o número de Samaritanos em 1969 era de 414 pessoas.
Depois da guerra de 1948 a fronteira com a Jordânia encerrou-se, rompendo os laços entre os dois ramos da comunidade. Entre 1951 e 1967 o rei da Jordânia autorizou os Samaritanos de Israel a viajar a Nablus na Cisjordânia (que na época encontrava-se ocupada pela Jordânia) uma vez por ano, para a festa da Páscoa. Esta separação foi mal vivida por uma comunidade pequena, que já se encontrava em risco de desaparição.


Os Samaritanos de Nablus
Os Samaritanos de Nablus vivem quase todos num bairro da cidade há vários séculos.
O rei Hussein da Jordânia comprou terras perto do Monte Gerizim, que entregou à comunidade samaritana, que as utilizou para construir uma aldeia de nome Kiryat Luza. Esta localidade é o centro espiritual da comunidade, encontrando-se nela a residência do sumo sacerdote.
Os Samaritanos da Cisjordânia utilizam a língua árabe na sua vida quotidiana; como língua litúrgica usam o hebraico samaritano.
Depois da Guerra dos Seis Dias, a administração militar israelita da Cisjordânia, sob pressão da comunidade samaritana de Israel, colocou em prática uma política favorável aos samaritanos de Nablus. Apesar de terem beneficiado desta política, os Samaritanos tiveram o cuidado de não apareceram como traidores aos olhos dos palestinianos, desempenhando por vezes um papel de intermediários entre a população de Nablus e o exército israelita.


Os Samaritanos de Holon
A partir de 1905, várias famílias samaritanas instalaram-se na zona costeira da Palestina, em Jafa, sob a direcção de Abraham ben Marhiv Tsedaka. Este procurou que a comunidade saísse do seu isolamento geográfico, abrindo-a às novas oportunidades económicas.
Outros Samaritanos instalam-se em Israel em 1951 no quadro de um programa de reunificação de famílias aprovado pela Jordânia e Israel.
Em 1955 várias famílias samaritanas que procuravam trabalho instalam-se em Holon, a sul de Tel Aviv, num bairro criado com a ajuda do antigo presidente israelita Yitzhak Ben-Zvi e de Yefet b. Avraham Tsedaka, líder do Samaritanos residentes fora de Nablus.
Progressivamente este número aumentou, contando-se cerca de 350 pessoas em 2005. Os Samaritanos de Holon habitam em torno do seu local de culto, a rua Ben Amram, num grupo de casas situada ao longo da artéria principal da cidade. O nível de vida e a escolaridade dos Samaritanos de Israel é superior ao dos Samaritanos da Cisjordânia. Encontram-se integrados na sociedade israelita, apesar de preservarem às suas especificidades religiosas. Na sua vida quotidiana falam o hebraico, recorrendo ao hebraico samaritano para a liturgia. Prestam serviço militar no exército israelita, com excepção dos Samaritanos oriundos das famílias sacerdotais. Foi a comunidade de Holon que fundou em 1969 o A. B. - The Samaritan News, o primeiro jornal da comunidade samaritana.
Organização e relações com Israel
Do ponto de vista religioso, os Samaritanos são dirigidos por um sumo sacerdote que reside em Nablus. Os sacerdotes afirmam-se descendentes da tribo sacerdotal de Levi. Depois da guerra de 1967, as duas comunidades (a de Nablus e de Holon) criaram cada um um conselho de sete membros eleitos. Estes conselhos encarregam-se dos assuntos civis da comunidade e servem de interlocutores com as autoridades israelitas e palestinianas.
No plano familiar, os Samaritanos organizam-se em oito "casas" patriarcais, das quais quatro derivam de um "casa" original, os Danafis, originária de Damasco; duas outras casas são oriundas da "casa" Marchiv, cujas origens estão em Gaza e Sarafend. As oito "casas" são Dom Kaplanski (a casa sacerdotal), Tsedaka Hatsafari, Altif Danafi, Marchiv Marchivi, Sassoni-Sirrawi Danafi, Yehoshua Marchivi, Meshallema Danafi e Shalabi Danafi. As duas últimos tem uma existência residual, dado que não contavam com nenhuma pessoa em 2003. A pertença a uma destas "casas" é transmitida pelo pai. Segundo os Samaritanos, estas "casas" estão ligadas a uma das antigas tribos de Israel. Tal como acontece em outras sociedades tradicionais, os mais velhos desempenham um papel fundamental, embora não possuam nenhum poder oficial.
A maioria dos casamentos é feita no seio da mesma "casa", o que não contribui para melhorar os problemas de consanguinidade que a comunidade conhece.
Os Samaritanos são reconhecidos como judeus pelo Estado de Israel, encontrando-se abrangidos pelo "lei do retorno" que concede a cidadania israelita de forma automática. Os bilhetes de identidade dos Samaritanos de Israel classificam-nos como "judeus samaritanos" ou simplesmente "judeus". No entanto, os Samaritanos não são reconhecidos como judeus pelo rabinato ortodoxo de Israel. As relações com os judeus ultra-ortodoxos são particularmente más, já que os primeiros os rejeitam completamente. Em 1992 foi mesmo proposto retirar aos Samaritanos a possibilidade de beneficiarem da lei do retorno, sob pressão do Shas, partido ultraortodoxo, mas o Tribunal Supremo de Israel confirmou em 1994 o estatuto de judeus dos Samaritanos.
Saliente-se que os próprios Samaritanos não se consideram propriamente judeus (descendentes dos habitantes do reino de Judá), mas antes como Israelitas descendentes dos habitantes do reino da Samaria. Para os Samaritanos, os judeus seriam outro ramo do povo israelita.


Problemas de consanguinidade
Os problemas oriundos da consanguinidade são comuns entre os Samaritanos. Hoje em dia, antes de terem filhos muitos casais Samaritanos submetem-se a exames genéticos no hospital israelita Tel HaShomer. Desde a década de 20 do século XX que os Samaritanos admitem a entrada de mulheres judias na comunidade, como forma de resolver este problema. Contudo, estas uniões levantam problemas para ambas as partes: o rabinato de Israel, que possui o monopólio sobre o casamento no país, é contra as uniões com Samaritanos, enquanto que para os Samaritanos a uniões podem gerar a dissolução no meio judaico. Estes casamentos são por isso raros. Em 2003 encontravam-se recenseados 14 casamentos mistos.
Numa nova tentativa de solucionar a situação, Eleazar ben Tsedaka, sumo sacerdote dos Samaritanos desde 2004, emitiu uma directiva que autoriza os homens da sua comunidade a casar com mulheres oriundas de qualquer meio religioso, desde que estas se convertam à fé samaritana antes do casamento.
Lista de sumo sacerdotes samaritanos desde 1613
• 1613-1624 Shelemiah ben Pinhas
• 1624-1650 Tsedaka ben Tabia Ha'abta'ai
• 1650-1694 Yitzhaq ben Tsedaka
• 1694-1732 Abraham ben Yitzhaq
• 1732-1752 Tabia ben Yiszhaq ben Avraham
• 1752-1787 Levi ben Avraham
• 1787-1855 Shalma ben Tabia
• 1855-1874 Amram ben Shalma
• 1874-1916 Yaacov ben Aaharon ben Shalma
• 1916-1932 Yitzhaq ben Amram ben Shalma ben Tabia
• 1933-1943 Matzliach ben Phinhas ben Yitzhaq ben Shalma
• 1943-1961 Abrisha ben Phinhas ben Yittzhaq ben Shalma
• 1961-1980 Amram ben Yitzhaq ben Amram ben Shalma
• 1980-1982 Asher ben Matzliach ben Phinhas
• 1982-1984 Phinhas ben Matzliach ben Phinhas
• 1984-1987 Yaacov ben Ezzi ben Yaacov ben Aaharon
• 1987-1998 Yosseph ben Ab-Hisda ben Yaacov ben Aaharon
• 1998-2001 Levi ben Abisha ben Phinhas ben Yitzhaq
• 2001-2004 Shalom ben Amram ben Yitzhaq (Saum Is'haq al-Samiri)
desde 2004 Eleazar ben Tsedaka (o 131o Sumo sacerdote samaritano)

Notas
1. Para alguns historiadores, como Israel Finkelstein e Neil Asher Silberman, o reino unificado de Saul, David e Salomão não passa de um mito. Estes autores apontam o fato dos arquivos dos Estados da região não falarem em qualquer momento deste reino; defendem em vez disso a existência de dois reinos formados por volta do século X a.C.
2. II Reis 17:41
Bibliografia
• CROWN, Alan-David; FAU, Jean-François - Les Samaritains rescapés de 2700 ans d'Histoire. Paris: Maisonneuve & Larose, 2001. ISBN 2-7068-1535-3
• POLIAKOV, Léon; FIRMIN, Gilles - Les Samaritains. Éditions du Seuil, 1991. ISBN 2-02-012156-5
fonte:Wikipédia
Declaração de Cambridge

SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.
Tese 1: Sola Scriptura
Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.
Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.

SOLO CHRISTUS: A Erosão da Fé Centrada em Cristo

À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.
Tese 2: Solus Christus
Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.
SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho

A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.
A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.
Tese 3: Sola Gratia
Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.
Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.

SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial


A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.
Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.
Tese 4: Sola Fide
Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.
Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.
SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus

Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.
Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.
Tese 5: Soli Deo Gloria
Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.
Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.


fonte: http://www.monergismo.com/textos/cinco_solas/cinco_solas_reforma_erosao.htm
Nos últimos dias, a comunidade científica mundial tem debatido intensamente o que é considerado “a maior descoberta científica dos últimos 40 anos”. Na verdade, é uma descoberta minúscula, menor que um átomo de hidrogênio e extremamente difícil de ser vista. A revista Época deu capa ao assunto, usando como título “O universo, Deus e você” pois uma das questões mais debatidas é se a ciência conseguiria, a partir dessa descoberta, desvendar os mistérios da origem do universo, contrariando as alegações religiosas.
Dentro do Large Hadron Collider (LHC), o acelerador de partículas da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), na fronteira entre Suíça e França, a maior câmera fotográfica do mundo registrou um traço probabilístico da existência dessa partícula misteriosa. A construção do LHC custou cerca de 10 bilhões de dólares e muitos questionam se os experimentos feitos ali não seriam uma tentativa de se “brincar de Deus”. O motivo é que os cientistas tentam recriar as condições que formaram o universo, a partir do chamado Big Bang”.
Desde 2010, quando o LHC foi inaugurado, as equipes dos experimentos Atlas e CMS, analisaram 800 trilhões de colisões que ocorreram dentro do LHC, onde supercondutores aceleram, em sentidos opostos, dois feixes de energia formados por prótons até quase atingirem a velocidade da luz. Os prótons completam 11 mil voltas por segundo dentro do acelerador até colidirem de frente. Depois de tantos testes, os cientistas detectaram apenas em dois eventos que podem ter revelado o bóson de Higgs.
Conhecido como “bóson de Higgs”, essa partícula guardaria “o segredo para a existência da matéria”. Chamada também de “partícula de Deus”, para os cientistas ela poderia ser a “chave” para entendermos de onde viemos e para onde vamos. O nome é uma homenagem ao físico escocês Peter Higgs, que escreveu em 1964 sobre a teoria de que ela existia. Higgs é um ateu, manifestou várias vezes a reprovação ao apelido dessa partícula subatômica que recebe seu nome, temendo que ofenda pessoas religiosas.
O uso do termo se tornou mais popular após o lançamento do livro, “A Partícula de Deus” (1993), de Leon Lederma. Ele dizia que o bóson de Higgs poderia ser a chave para “desmistificar” a religião de vez.
Mas a descoberta é vista de maneira diferente pelos religiosos. A Igreja Católica, através de Marcelo Sánchez Sorondo, teólogo e chanceler da Pontifícia Academia das Ciências do Vaticano disse que o bóson de Higgs “demonstra algo maravilhoso”. “O cientista se limita a dizer que descobriu a partícula; o crente vê o fruto da vontade de Deus”, disse Sorondo, tentando desfazer a ideia de que o avanço da ciência diminui o espaço para as crenças religiosas.
Embora os evangélicos não tenham um porta-voz oficial sobre a questão, alguns cientistas protestantes se manifestaram sobre a questão.
O Dr. Larry Vardiman, que trabalha para o Instituto de Pesquisas sobre a Criação acredita que, embora o bóson de Higgs não tenha “conotações religiosas específicas”, sua descoberta pode servir para lançar alguma luz sobre o relato bíblico da criação. Vardiman é um cientista e pesquisador nas áreas de astrofísica e geofísica.
Segundo ele: “É legítimo tentar entender como a massa, o espaço e o tempo se originaram, mas não se os processos que usamos para explicar a sua origem esquecem do Criador… A teoria do Big Bang diz que o universo começou como um ponto infinitesimal e se expandiu, criando espaço e massa bilhões de anos atrás Embora esta ideia possa parecer coerente com a descrição da criação de Gênesis 1:1, dizem que pode ter acontecido há bilhões de anos, enquanto a Bíblia diz que aconteceu em um dia de 24 horas, apenas alguns milhares de anos atrás.
A teoria também é apresentada como um evento natural, que não exigiu o envolvimento de Deus… Infelizmente, os cientistas que teriam as melhore condições para observarem a obra de Deus através de um microscópio ou de um telescópio, muitas vezes parecem ser os primeiros a negar que Ele é o Criador. Porque negam o Criador, eles não conseguem entender a explicação definitiva para o mundo que nos rodeia, mesmo que as Escrituras digam “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo são vistos claramente, sendo percebidos por meio das coisas que são feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles fiquem inescusáveis.” (Romanos 1:20).”
Dr. Jeff Miller, escritor e apologeta, afirmou que a descoberta de evidência para o bóson de Higgs não provam nada:
“Note-se que sem a existência desta partícula, os teóricos do Big Bang reconhecem que o Universo não podia sequer ter se formado após o Big Bang. A comprovação de sua existência não irá provar que o Universo se formou como diz a Teoria do Big Bang… Sua existência não prova que a matéria existe desde sempre ou pode trazer à existência tudo a partir do nada… E sua existência certamente não prova que as leis científicas que regem o Universo poderiam ser escritas sozinhas.
No entanto, sem a existência da partícula, os teóricos sabem que o Big Bang não poderia acontecer. Logo, a descoberta de sua existência não iria provar nada no final, mas apenas permitir que os evolucionistas possam atravessar um dos muitos abismos que ficam no caminho de sua teoria… a criação ainda se destaca como a explicação mais lógica para a origem do Universo, pois é o modelo que corresponde a evidência científica”.
Com informações Época e Christian Post

fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/boson-de-higgs-particula-deus-cientistas-cristaos/
E aí Mutchatchos e Mutchatchas .... Segue aí mais uma palavra espero e curtam




Primeiramente o Evangelho começa com Deus. Veja que toda questão volta à natureza de Deus, Deus é justo, Deus é Santo, Deus não pode violar seus atributos, Ele não pode fazer algo que O contradiz, Ele é um Deus justo. Agora, isto é uma coisa boa, seria terrível saber que este universo foi criado por um Deus mau, um Deus onipotente que fosse mau seria completamente terrível. Então é bom que Deus seja justo, mas isto também apresenta outro problema . Se Deus é Justo, o que Ele faz conosco?
 Bem eu vou falar a coisa mais assustadora da bíblia para vocês.
 A verdade mais assustadora da bíblia é que Deus é bom (Lc 18:19). Bem... neste momento você deve estar se perguntando: MAIS QUAL O PROBLEMA DISSO?
QUAL O PROBLEMA DE TER UM DEUS BOM
?

 Bem... a resposta é o seguinte.
 É horrível saber que Deus é bom, porque nós não somos(RM 3:12). Então o que Deus faz com pessoas como nós? Pecadores.... pecamos contra Deus, pecamos contra os outros, pecamos contra a natureza, pecamos contra tudo! (RM 3:23)
 Toda criação clama pela nossa condenação, se Deus é verdadeiramente justo, então o que Ele faz conosco?
 Se um Deus justo simplesmente perdoa os ímpios, Ele não é mais justo. Se um Deus Santo chama o ímpio para Ele mesmo, para ter comunhão com Ele, não é mais um Deus Santo. Então a grande questão de toda a bíblia é esta: Como um Deus justo perdoa o homem ímpio e continua sendo justo?(NM 14:18)
  Como um Deus Santo chama o ímpio para ter comunhão com Ele e ainda continua santo?

 E a resposta se encontra na Cruz de Jesus Cristo.
 Na Cruz de Jesus Cristo, vemos a revelação tremenda e única da completude dos atributos de Deus. Deus é justo, Ele tem que condenar nosso pecado. Deus é Amor, então Ele se torna um homem em seu filho, vive uma vida perfeita como homem e então vai até aquele madeiro, e no madeiro, os pecados de Seu povo são lançados sobre Ele e toda a justiça de Deus(Rm 3:26) toda ira de Deus que nós merecemos é jogada sobre a cabeça de Cristo. A medida exata necessária para satisfazer completamente a justiça de Deus. Depois de sofrer, Jesus disse: Está consumado!
 Isso que dizer que Ele fez aquilo que foi exigido para satisfazer a justiça de Deus contra o Seu povo. Ele pagou o preço completo.



PAul W.

E aí Mutchatchos e Mutchatchas, demorei mas está aqui uma postagem diferente comente e falem se vocês gostam desse tipo de texto e estudo


 Período do silêncio

 Quando se encerrou a história do antigo testamento, uns poucos judeus da tribo de Judá haviam voltado a palestina, Zorobabel era o líder deles. Aproximadamente 80 anos mais tarde outro grupo havia voltado com extras eles viviam pacificamente em sua própria terra com os templos reconstruídos e as cerimonias religiosas restabelecidas .  Os últimos 3 livros históricos do antigo testamento: Esdras, Neemias e Ester, nos dão a história desse período de 100 anos, período marcado pelo decreto do rei Ciro que permitiu que o judeus voltassem para sua terra.
  De Neemias até o inicio do novo testamento passaram-se 400 anos, durante esse tempo nenhum profeta falou ou escreveu é por isso que esses 400 anos são chamados de período do silêncio.
  Ao chegar ao ano que Jesus nasceu é importante que saibamos algumas das coisas que aconteceram desde os tempos de Neemias e Malaquias até aquela época.

A Mensagem do Profeta Isaias

 O tema principal de Isaias é a salvação, o nome Isaias quer dizer salvação de Jeovah o Deus de Israel. Foi o profeta Isaias que apresentou Jesus Cristo como o Messias prometido, ele descreve o filho de Deus levando o peso do pecado do mundo e conta a sua história, depois fala do Cristo glorioso e proclama o sucesso da evangelização com a liderança espiritual do filho do homem. Vemos que constantemente o novo testamento afirma que Deus falava por meio dos profetas .
  O período das profecias em Israel cobriu 500 anos do 9° ao 4° século antes de Cristo, depois as vozes dos profetas foram silenciadas até o nascimento de João Batista.

O Messias prometido

  A palavra Messias veio do Hebraico e significa: Aquele que foi mandado por Deus.
 No reino de Israel esse Messias era esperado como libertador e com ele seriam resolvido os problemas políticos e econômicos . Assim começa o Evangelho de Lucas.
Querido amigo Teofilo diversas histórias de Cristo já foram escritas usando muitas narrações feitas pelos primeiros discípulos e de outras testemunhas oculares, eu Lucas analisei com todo cuidado como foi que essas coisas aconteceram desde o princípio e achei que seria bom escrever tudo em ordem para que tenha plena certeza da verdade dos ensinamentos.”

 Quatrocentos anos antes do nascimento de Cristo o profeta Malaquias avisou que o Senhor viria pessoalmente visitar a terra (ML 4. 5-6).  Foram tempos difíceis, tempos de muita guerra e tragédia no panorama internacional, os imperadores persas foram sucedidos pelos conquistadores gregos, depois de um breve espaço de liberdade comandado por Judas Macabeu a Judeia se encontrava mais uma vez dominada por um exercito estrangeiro , Roma tinha conquistado a Grécia o imperador romano invadirás Jerusalém, havia soldados romanos pelo país inteiro. Os judeus revoltados ansiavam por um outro herói um libertador que expulsasse as legiões romanas de seu território e restabelece-se o reino judeu e esperavam que tudo acontece-se rapidamente Deus enviaria logo o rei prometido e o país alcançaria novamente a liberdade através da espada . Alguns no entanto mesmo que se preocupassem com a justiça e a obediência a Deus e quisesse muito a chegada do rei, não queriam que ele fosse guerreiro o sacerdote Zacarias e sua esposa Izabel pertenciam a essa minoria. Eles pediam a Deus um rei justo e bom, a história deles está profundamente ligada a história do Messias prometido o rei de Israel Jesus de Nazaré. É por isso que Lucas logo no inicio fala carinhosamente deles e do filho João Batista mas está é uma história para a próxima postagem.

E aí mutchatchos e mutchatchas!
 Demorei mas estou de volta para lhes trazer experiências novas!
 Como é bom voltar para estar com os leitores mais legais que existem, obrigado a todos que me visitam diariamente prometo que tentarei postar se possível todos os dias, mas vou lhes contar o porque não postei ultimamente.
 Bem, graças a Deus nossa equipe de louvor tem tocado em outras cidades e Deus tem nos honrado e então temos nos dedicado muuito no louvor para fazer um de boa qualidade, no entanto ainda tem a faculdade que tem tomado muito mais ainda meu tempo. Agora, nessas duas ultimas semanas muitas coisas bateram de igual para igual fazendo assim que meu tempo de postar no blog seja meio que excluído, mas fiquem calmos pois já arrumei alguns horários para trabalhar no blog.
 Bem...  Estou em um novo projeto em um novo blog que se chama IChurch logo passarei o endereço para que vocês possam visitar lá também, lá terá vídeos(Vlogs) sobre palavra e as viagens da nossa equipe de louvor. Mas mutchatchos(a)  é o seguinte, obrigado pelas visitas diárias  já estou com media de 250 visitas diárias, que Deus abençoe muuuuuito em a todos você e divulguem o blog que vocês estarão me ajudando muito mesmo! TKS
Até domingo postarei um palavra no blog!

 E aí mutchatchos e mutchatchas!
  Tudo na graça?

Então galera, trago-lhes as boas novas!
Está chegando um dos momentos mais esperados para nós, mas calma não é o apocalipse. Na verdade é o dia da evangelização global , o mundo será um só para espalhar a palavra do Senhor. Então mobilize sua igreja, chame seus amigos e leve seu cachorro está é uma convocação do exército de Deus para mais um missão. Sejam dinâmicos e leve sua bíblia e uma extra quem sabe para presentear alguém que se converter no momento.
 O Senhor se alegra em saber que a sua noiva está trabalhando para sua volta, mas ele não deseja uma noiva incompleta então agita “aê” galera, vamos dar o nosso máximo para que o mundo inteiro saiba o quão Jesus é “bão di mais” .  Corram jovens pois vocês não se fadigarão e leve cartazes com mensagens , de abraços e profetize sobre seu bairro e sua cidade que Jesus é o maioral.

Mt 16:15 Ide e pregai o evangelho. 
 
Então tá esperando oque... correeeee




Dizem que é um pouco “casquinha” já outros dizem que é apenas repara em defeitos e tem outros que falam que é um otimista mas o que os MELANCOLICOS realmente vêem ?
 Ao analisar algumas pessoas que são um tanto melancólicas eu percebi varias ações que as levam tomar decisões em sua vida e sobre o que elas pensam.
 Uma pessoa melancólica tem muito aquela expressão “ A primeira impressão é a que fica”. Se ela entra em algum grupo e ela é mau recebida pela a maioria, ela logo não vai querer mais participar de tal grupo. Assim também é na vida dela, elas costumam a numerar quantidades de chances ou tentativas para continuar a insistir, normalmente elas costumam dar de 3 a 5 chances para pessoas errarem e depois não tem mais jeito elas se afastam. Pessoas melancólicas se expressão através do que sabem fazer, a boa maioria tem dons como: pintura, musica, compõem musica ou poemas, desenham e etc. Os melancólicos não vêem os defeitos das pessoas e sim as más atitudes, pois uma atitude não muda mas o defeito sim.
  Na igreja é fácil achar pessoas melancólicas pois elas são dotadas de dons, normalmente elas tem ótimas idéias pois ela enxergam os pontos fracos que precisam ser preenchido com algo, então nunca despreze aquela pessoa que quase não fala ou não participa das coisas, normalmente ela precisa de um incentivo e um empurrão para começar algo. Não seja desses irmão que amam julgar e fingir que gostam desse tipo de pessoa. A pessoa melancólica sente-se desejosa de ser reflexiva, ponderada, analítica. Isto faz com que aparente ser de certa forma um tanto reticente, sombria... melancólica. É nervosa e sensível, impressionável, mutável, facilmente aborrecível, ansiosa e estressada, mas também vivida, com mãos e pés constantemente em movimento.
A sua natural relutância em se pôr em evidência não indica que não goste das pessoas, pois, como todos nós, não somente gosta delas como tem forte desejo de ser amado por elas. As decepções tornam-no relu¬tante em aceitar as pessoas como elas parecem ser, e, por isso, desconfia quando o procuram ou lhe dão muita atenção.
 Sua excepcional capacidade de análise faz com que possua um diagnóstico profundo dos obstáculos e peri¬gos de qualquer projeto que ajude a planejar. Essa previsão contrasta de modo acentuado com o temperamento colérico, que raramente prevê os problemas ou dificuldades, mas antes, julga-se capaz de arrostar qualquer situação que surja. Essa característica faz com que o melancólico hesite a iniciar algum projeto novo ou entre em conflito com aqueles que desejam iniciá-lo. Uma vez que a sua decisão tenha sido tomada, tende a ser muito meticuloso e persistente em alcançar seu objetivo, e provavelmente realizará um grande bem. O melancólico é dono de grande potencial natural, quando impulsionado pelo Espírito Santo. Muitos dos maiores artistas, músicos, inventores, filósofos, educa¬dores e teóricos são de temperamento melancólico.
As fraquezas do indivíduo melancólico são nume¬rosas: ele tende a ser egocêntrico, sensível, pessimista, crítico, mal humorado. Os melancólicos, geralmente, têm mais problema em fazer um ajustamento emocional com a vida do que outros e, quando esmagados por suas fraquezas, são consumidos por complexos de perseguição, excessivos complexos de culpa, depressão, hipocondria, medos infundados e hostilidade.
 
Exemplos de melancólicos da Bíblia: Noé, cento e vinte anos pregando em um mundo totalmente depravado e não se contaminou. José, vendido em terra estranha, tentado, não pecou. Moisés, 40 anos de preparação, 40 anos no deserto com o povo, 40 dias, por duas vezes, no monte de Deus (tinha uma fidelidade intrigante). Elias, o solitário, fugitivo e reclamador, achou que só ele tinha ficado. Salomão, profundo pensador. Jeremias, lamentador. Jó, sofredor. Daniel, fiel. Ezequiel, estranho e profundo. João Batista, misterioso e fiel. Timóteo, solteiro e fiel.

 E por fim galera...postei isso pois me identifiquei com isso. E procurei outras pessoas que se identificam com isso.

 Que Deus abençoe e fiquem bem.

E aí mutchatchos e mutchacthas !!!!

 Primeiro quero agradecer a todos pelos e-mails e tantas palavras legais.

 Bem galera, o Senhor tem me honrado muito, tenho mudado muitos meus hábitos e isso tem feito grande diferença em mim e as pessoas ao meu redor. Não que antes meu jeito era ruim mas digamos que acho que estou entrando em uma nova fase.
 Bem ao ler a bíblia fui estudar e entender histórias de grandes profetas, mas o mais engraçado de tudo é que esses profetas não conseguiam cumprir seus objetivos, vamos começar lá no velho testamento, lá no inicio de tudo Adão não conseguiu manter sua santidade e obediência intacta, podemos ver toda esta história em GN 3 agora, temos também Caim e Abel e naquela época Deus ainda falava diretamente com eles e sua família e quando achávamos que algo iria acontecer longo prazo Caim mata Abel e mais uma vez o objetivo que viria na vida de Abel não e cumprido, porém Deus não se esquece de Adão e Eva então alguns anos depois nasce  Sete e através de Sete a imagem e semelhança de Adão(GN 5)  Deus continuou o começou em Abel. Outros conhecidos por todos é a história de mais dois irmãos que são Isaque e Jacó, Deus tinha um plano sobre a vida de Isaque mas outra vez esse plano foi frustrado por Jacó que roubou a benção de seu irmão, e não para por aí, Moisés tinha uma missão... na verdade ele tinha duas missões, a primeira era tirar o povo do Egito e a segunda era levar o povo para a terra prometida. Bem, a primeira ele cumpriu já a segunda não teve sucesso e quem teve que continuar foi seu sucessor. Pois bem, baseando nesses profetas entre outros  então decidir mudar algumas atitudes, muitos deles falharam com alguns pecados que fazem parte de nossa geração tais como, falta de santidade, blasfêmia, mentira, idolatria e a desistência e sim desistência é pecado pois Deus nunca nos da uma função ou um fardo que não podemos suportar.
(1Co 10:13)
 Então mudei minhas atitudes e as coisas tem acontecido de modo que não esperava, minha célula(grupo familiar) tem crescido de forma que as vezes nem eu vendo pessoalmente compreendo, a um mês atrás estávamos na luta para ter pelo menos oito pessoas firmes agora estamos chegando a vinte pessoas fora a célula na faculdade. Eu toco com um amigo que se chama Tiago e muitas vezes ou todas as vezes não tivemos oportunidade como tantas equipes de louvor de qualidade e muito boas mesmo que temos na igreja, mas então paramos de reclamar e dobramos nosso joelhos, e continuei a tocar na praça sozinho e ele a tocar na congregação dele e sempre orávamos por nossa equipe e então nós montamos a equipe ela ficou definida no fim de 2011 a inicio de 2012 e as pessoas não foram nós mesmos que escolhemos foi Deus que nos mostrava e então aí sim convidávamos essas pessoas para fazer parte dessa equipe. Tudo bem ainda não tocamos na igreja mas fomos convidados para ministrarmos em cinco igreja de cinco cidades diferentes e Deus tem trabalho conosco todo este tempo. As vezes é difícil acreditar nessas coisas principalmente pra mim pois teve uma época que eu não sabia que instrumento tocar e quando mais precisei de alguém que pudesse dedicar um pouco do seu tempo em compartilhar seu dom comigo ninguém me deu uma chance, mas dou glória a Deus por isso pois hoje faço sei tocar um pouco de bateria e teclado. Deus me deu este dom para adorar a Ele no quarto secreto. Hoje me comporto melhor e lidero minha vida de maneira que as coisas são supridas de todas as formas possíveis. Hoje em dia não acho tão ruim morar sozinho em um bairro que não tenha nenhum amigo e nem fico mais chateado com as pessoas que se diziam ser meus amigos não aparecerem por que estou no centro da vontade de Deus e quando estamos neste lugar, nada mais importa a não ser a própria vontade Deus. 




 Vocês já estiveram um daqueles dias onde tudo nas tudo mesmo da errado?

Pois é eu tive hoje um desses dias... Tudo deu errado. Eu trabalho as 08:00 mas sempre coloco meu celular para despertar as 05:50 de pois as 06:00 e as 06:10, para poder quebrar o sono de vez. Mas hoje, eu não consegui acordar em nenhum desses horários e eu dormi na noite anterior cedo. Então, não consegui acordar cedo tive que gastar com moto taxi comecei o dia até achando que daria tudo certo e fiquei cantando louvores só para mim mesmo.
 Ao chegar no trabalho eu tinha que ajudar a montar algumas coisas da SIPAT e eu fui montar um Xbox com o tal Kinect, foi mais para quebra de rotina e então até o momento estava tudo certo até..... Até que tudo começou a desmoronar, quando voltei para meu setor de trabalho(TI) mandaram eu desocupar minha maquina pois não iria mais precisar dela, logo depois eles falaram que iriam comprar um radinho para se comunicar comigo e que ficaria nos andares de baixo andando por todos os setores revisando tudo todos os dias. Eu odeio rotina, mas isso não foi tudo, de repente caiu uma chuva do nada e muito forte bem na hora de ir embora e quando ela passou eu fui correndo me troquei peguei minha mochila e fui para faculdade. No caminho da faculdade a chuva voltou(aaaaahhhhhhhhhh) então resolvi cantar um louvor que fala sobre chuva. Ao chegar na faculdade com a roupa meio que molhada eu fui para o laboratório e liguei o notbook e fiquei brincando nele até dar o horário de aula. Finalmente o professor chegou após quase 30min de atraso (não é muito mas para quem estava molhado NE) e então ele resolveu não dar aula e entregar as provas das duas matérias que ele ensina. As provas valiam 30pontos cada e são matérias que eu conheço pois trabalho com aquilo, ao pegar a prova eu tirei em uma 17 e na outra 13(aaaaaaaaaaaaaahhhhhhh). Meus olhos não acreditavam no que viam, não era possível, nem eu acreditava naquelas notas. Então peguei minhas provas e fui embora chateado com o dia, mas não acabou por aí, nos corredores da faculdade eu andava apressadamente e de repente.... A alça da mochila arrebenta(aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh) e ela vai para o chão e minha garrafinha novinha de água vai para o outro lado do corredor, um desconhecido recolheu a minha garrafinha e me entregou mas isso não fez que a vergonha do momento e a frustração do dia me fizesse naquele momento me sentir menos afligido. Ao chegar no terminal do ônibus estava tão chateado e com raiva que me deus uma vontade loca de comer, fui em um lugar que só vende doces e então comprei vários chocolates e para piorar quando chegava no ponto do ônibus ele estava saindo, eu tive que correr com uma mochila pesada em uma mão, uma sacola com doces na outra e com chocolate na boca. Graças a Deus consegui pegar o ônibus e para encerrar esse dia nada incrível eu quando cheguei em casa não tinha janta e como tem visita eu tenho que dormir na sala, mas estão todos vendo novela e ainda possivelmente ainda vão ver o jogo. JESUS HELP. Estou cansado, exausto e Senhor preciso de ti. Não quero me preocupar com o amanha mas está noite sinto medo do amanhã.

 Se você já teve um dia desses mande para o email
pepyg12@gmail.com

Quem sabe se seu dia foi realmente ruim quanto este e mesmo assim continua a confiar no Senhor  postaremos aqui.